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	<title>lyazumblick.com _ journal &#187; Estar</title>
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		<title>próximo livro</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 03:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estar]]></category>

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		<description><![CDATA[Do sempre suave Liniers.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.lyazumblick.com/journal/wp-content/uploads/2011/03/88.jpg"><img src="http://www.lyazumblick.com/journal/wp-content/uploads/2011/03/88.jpg" width="494" height="180" class="alignnone size-full wp-image-1471" /></a></p>
<p>Do sempre suave <a href="http://www.porliniers.com/"target=_blank>Liniers</a>.</p>
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		<title>sujismundos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Mar 2011 02:50:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estar]]></category>

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		<description><![CDATA[Carnaval já foi, sim, muito bom. Quando vestia a mesma fantasia todos os anos, de pedrita, com um osso de galinha prendendo o cabelo, e dançava pelo Sete de Junho inteiro em Tubarão. Tinha uma mania incansável de recolher confete do chão do salão, colocar num saco plástico pra jogar tudo de novo. Imagino a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Carnaval já foi, sim, muito bom. Quando vestia a mesma fantasia todos os anos, de pedrita, com um osso de galinha prendendo o cabelo, e dançava pelo Sete de Junho inteiro em Tubarão. Tinha uma mania incansável de recolher confete do chão do salão, colocar num saco plástico pra jogar tudo de novo. Imagino a nojeira que devia vir junto, mas eu não tinha cérebro pra isso na época. E nem anticorpos decentes foram criados com essa experiência.</p>
<p>Hoje, meu carnaval festivo (porque existe o <em>carnaval descanso</em>) é apenas um dia, algumas horas, e para este pouco tempo, há todo um preparo mental pelo simples fato de que eu:<br />
Odeio aglomeração.<br />
Odeio gente suada.<br />
Odeio gente bêbada ao extremo.<br />
Odeio ver pinto alheio enxixizando* todos os cantos.<br />
Odeio música ruim. </p>
<p>Doente, mas iremos.<br />
Pelo bofe, iremos.</p>
<p><font size=1><em>Admito que, aquele em que fiquei responsável pelos registros, foi muito bom.</font><br />
</em><a href="http://www.lyazumblick.com/journal/wp-content/uploads/2011/03/carna1.jpg"><img src="http://www.lyazumblick.com/journal/wp-content/uploads/2011/03/carna1.jpg" alt="" title="carna" width="496" height="290" class="alignnone size-full wp-image-1350" /></a></p>
<p>*<em>do verbo enxixizar: ato de fazer xixi; urinar.</em></p>
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		<title>quote</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Feb 2011 16:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estar]]></category>

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		<description><![CDATA[A experiência amorosa exige sacrifício. Não se ama pra ser recompensado. O amor é a própria recompensa. Não resisto em citar Drummond que fala da poesia coisa parecida: &#8216;Poesia, o perfume que exalas é tua justificação&#8217;. Não há amor fácil, mas todo amor é maravilha, saúde, &#8216;remédio contra a loucura&#8217;, coisa que Guimarães Rosa ensinou. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A experiência amorosa exige sacrifício. Não se ama pra ser recompensado. O amor é a própria recompensa. Não resisto em citar Drummond que fala da poesia coisa parecida: &#8216;Poesia, o perfume que exalas é tua justificação&#8217;.<br />
Não há amor fácil, mas todo amor é maravilha, saúde, &#8216;remédio contra a loucura&#8217;, coisa que Guimarães Rosa ensinou. É a experiência humana mais exigente; não é contrato, troca de favores, investimento, é entrega e compromisso. Do &#8216;sacrifício&#8217; de amar nasce a mais perfeita alegria. Ninguém faz cara feia quando se sacrifica por amor. Não se ama, trata-se da morte do ego, tarefa a ser feita até o último suspiro.</em></p>
<p>Adélia Prado, para uma revista Lola velha aqui de casa, antes de eu dormir.</p></blockquote>
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		<title>deve ser a tpm, sei lá.</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 22:36:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estar]]></category>

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		<description><![CDATA[Há cinco minutos atrás eu estava montando mais um pacote que vou enviar pelo correio esta semana. Desta vez vai um mini-travesseiro em forma de menino e dois pares de meia de tamanho ridículo. É pro Arthur, que vai nascer em Manaus mês que vem. O Arthur é o primeiro filho da Sílvia, uma guria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há cinco minutos atrás eu estava montando mais um pacote que vou enviar pelo correio esta semana. Desta vez vai um mini-travesseiro em forma de menino e dois pares de meia de tamanho ridículo. É pro Arthur, que vai nascer em Manaus mês que vem. O Arthur é o primeiro filho da Sílvia, uma guria pequena, de coração grande que trabalhou comigo e considero amiga. Meu olho encheu d’água de repente quando me dei conta: é o filho da Silvia.<br />
Uma das coisas que já me perguntei (tirando aquelas de onde viemos e para onde vamos) é como uma mãe pode amar tanto uma criatura que está vendo pela primeira vez? Foi com a japonesa grávida que eu tive a resposta. Eu tive quinhentos primos grávidos, mas foi com ela a primeira vez que acompanhei uma barriga crescer tão perto, vendo todos os dias. Eu descobri que o amor de mãe cresce junto com a barriga. Por isso, quando ele nasce, o amor é tão grande. O da mãe e o nosso, que não temos nada a ver com a história.<br />
Pelo correio vão as meias de tamanho ridículo e vai também meu amor em estágio inicial pelo reizinho Arthur. Será muito, muito bem-vindo.</p>
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		<title>enamorados</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Jun 2010 17:24:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Buenos Aires,  junho de 2010. Feliz é aquele que pode dizer no dia de hoje: obrigada, obrigada e obrigada.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img.photobucket.com/albums/v185/zumblick/dozedois.jpg" /><br />
<font size="1"><em>Buenos Aires,  junho de 2010. </em></font></p>
<p>Feliz é aquele que pode dizer no dia de hoje: obrigada, obrigada e obrigada.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>passar o dia fazendo nada</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 23:32:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estar]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img.photobucket.com/albums/v185/zumblick/sabado.jpg" /></p>
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		<title>4 anos, 4 meses e 4 dias</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 13:11:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estar]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) I came here with a load, and it feels so much lighter now I&#8217;ve met you. And honey, you should know that I could never go on without you. Green eyes. You&#8217;re the one that I wanted to find. Anyone who tried to deny you, must be out of their mind.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://img.photobucket.com/albums/v185/zumblick/44.jpg" /></p>
<p>(&#8230;)</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Y7JBcNdbChU">I came here with a load,<br />
and it feels so much lighter now I&#8217;ve met you.<br />
And honey, you should know that I could never go on without you.</p>
<p>Green eyes.</p>
<p>You&#8217;re the one that I wanted to find.<br />
Anyone who tried to deny you,	must be out of their mind.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>(:</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 20:52:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Estar]]></category>

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		<description><![CDATA[Era tão estranho…porque mesmo sabendo que ia dar tudo certo, porque já deu certo, porque estava dando tudo certo, morria de medo que parasse de dar certo. E mesmo quando estava feliz, muito feliz, sentia uma certa tristeza porque só pensava quão ruim seria perder aquela felicidade. Pois estando sossegada e vazia como antes, pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Era tão estranho…porque mesmo sabendo que ia dar tudo certo, porque já deu certo, porque estava dando tudo certo, morria de medo que parasse de dar certo. E mesmo quando estava feliz, muito feliz, sentia uma certa tristeza porque só pensava quão ruim seria perder aquela felicidade. Pois estando sossegada e vazia como antes, pelo menos não tinha nada a perder…E vivia suas pequenas tragédias imaginárias como se fossem reais e ia esfriando, esfriando, se preparando prum tombo que nem sequer havia sido anunciado. E nem conseguia perceber que se eles já não mais passavam mal de tanta paixão é porque a coisa havia mudado: ganhara um equilíbrio qualquer que lhes permitia comer e fazer outras coisas triviais sem que se consumissem pensando no outro com toda aquela febre.Era pra celebrar perder aquele desespero pois continuavam se fazendo companhia com a mesma diversão, falando das coisas mais importantes e evitando mergulhos fora de hora que poderiam terminar em feridas ou naquele esmiuçar insistente dos que se sentem num constante afogamento e precisam se agarrar ao pescoço de alguém pra não afundar sozinho E era tão estranho esse medo todo que quando corria na praia e o seu coração apertava, pensava logo que era um mau-presságio, uma angústia funda, um aviso ruim, quando na verdade só era preciso diminuir um pouco o ritmo e se lembrar de respirar adequadamente dentro daquela atividade física. E no fundo sabia que sempre daria certo, pro sim ou pro não, sempre seria como deveria no tempo que é próprio, na transformação que é necessária. E que o seu medo não mudaria o destino das coisas_ só a fazia querer de maneira estabanada e em estado de pânico, induzindo ao auto-boicote: evitava um abraço quando mais precisava dele, dava um beijo seco quando queria deixar que ele invadisse todo o seu corpo, deixava de escrever as coisas mais bonitas pra não alimentar um possível desinteresse do outro.E ficava jogando sozinha o jogo imbecil dos que temem porque ignoram a tranqüilidade. E ficava triste, desconsoladamente triste quando poderia estar sendo o momento mais pleno da sua vida: ela estava apaixonada pela sua confusão. Era só prestar atenção no outro, na atmosfera, nos gestos.Mas só tinha olhos pro seu medo.Era só ter mais confiança na vida e lembrar das tantas outras vezes que sobreviveu. E que munir-se não a imunizava. E ela só não entendia que isso ainda acontecia porque sempre investia na coisa errada: investia todas as fichas no outro esperando retorno até não sobrar nada pro trabalho mais minucioso: investir no sossego do próprio coração.</p>
<p>Marla de Queiroz</p>
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		<title>aleatoriedade</title>
		<link>http://www.lyazumblick.com/journal/2009/07/aleatoriedade/</link>
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		<pubDate>Sun, 19 Jul 2009 22:18:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lya</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Estar]]></category>

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		<description><![CDATA[A verdade é que eu dei uma desestabilizada bonita por aqui. Mentalmente falando. Minha cabeça tá uma bagunça desgraçada. Não convém eu descrever tudo o que me incomoda (até porque algumas fazem sentido, outras, situações provam que não). Eu sinceramente espero que isso passe logo. Me ajudem, be nice. Me chamem pra comer babata frita [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A verdade é que eu dei uma desestabilizada bonita por aqui. Mentalmente falando. Minha cabeça tá uma bagunça desgraçada. Não convém eu descrever tudo o que me incomoda (até porque algumas fazem sentido, outras, situações provam que não). Eu sinceramente espero que isso passe logo. Me ajudem, <em>be nice</em>. Me chamem pra comer babata frita e bala ardida em forma de minhoca.</p>
<p>Nunca quis tanto que meu esmalte descascasse, finalmente achei o tal <a href="http://www.impala.com.br/images/impala/col_divas4.jpg" target="_blank">Jackie</a> (encontrei só  nas Lojas Americanas), e estou louca pra passar. Eu sei que é só uma cor de esmalte, mas eu sou mulher e isso justifica.</p>
<p>Uma coisa boa essa semana, é que fui citada num post do <a href="http://www.massacultural.com" target="_blank">Massa Cultural</a>, soube pelo <a href="http://twitter.com/lavaland" target="_blank">twitter</a>! O post é semanal, se chama Top#3 e apresenta um designer, um fotógrafo e um ilustrador (:<br />
<a href="http://www.massacultural.com/2009/07/17/top-3-12/" target5="_blank"><img src="http://img.photobucket.com/albums/v185/zumblick/massacultural.jpg" border="0" /></a></p>
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		<title>tu tens blog</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 19:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diariamente]]></category>
		<category><![CDATA[Estar]]></category>
		<category><![CDATA[capricho]]></category>
		<category><![CDATA[colírio capricho]]></category>
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		<category><![CDATA[taschen]]></category>

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		<description><![CDATA[Tô vivão. Por conta da doença, que fez o favor de ainda não sair do meu corpo, estou em débito com a academia. Não apareço por lá há duas semanas. Duas semanas. Cada dia me aparece uma coisa neste corpo. Tenho certeza que esmagreci o que tinha conseguido ganhar, muito ódio. Estou pensando em procurar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tô vivão.<br />
Por conta da doença, que fez o favor de ainda não sair do meu corpo, estou em débito com a academia. Não apareço por lá há duas semanas. Duas semanas. Cada dia me aparece uma coisa neste corpo. Tenho certeza que <em>esmagreci</em> o que tinha conseguido ganhar, muito ódio. Estou pensando em procurar uma benzedeira.</p>
<p>Tanto tempo sem escrever decentemente, que nem contei sobre o meu encontro com o Julius Wiedemann (<a href="http://www.taschen.com/pages/en/catalogue/design/index.htm" target="_blank">editor de Design da Taschen</a>, fucking idol), no <a href="http://www.edted.com.br/ewd-14/" target="_blank">EDTED</a>, onde ele foi palestrar. Dois dias antes do evento, perguntei ao Julius se eu poderia procurá-lo por lá, e ele me respondeu com um <em>Vai ser ótimo te ver lá!</em>, então tá.<br />
Após a palestra, esperei 384 pessoas chatas que se enfiaram na minha frente e quando disse quem eu era, ouvi:</p>
<p>- <em>Lya! Eu devia ter lido teu crachá! Eu sabia que você viria falar comigo a qualquer momento.</em></p>
<p>Oi?<br />
Ganhei foto, cartão de visitas, vídeo, uma dedicatória muito querida no meu Logo Design e longos minutos de conversa. Não vou entrar em detalhes porque provavelmente eu escreveria um texto gigante. Voltei pra casa muito feliz e levei um tempo pra acreditar em tudo. Mas como ele mesmo me disse aquele dia, <em>Quem sonha pequeno, tem pesadelo</em>, além de <em>mais livros virão </em>(:</p>
<p>ALOCA, no AUGE do retardamento emocional, gravou isto:<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/kJDhNetJj6w&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/kJDhNetJj6w&#038;hl=pt-br&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>Que resultou na foto à direita (;<br />
<img src="http://img.photobucket.com/albums/v185/zumblick/jw.jpg" /></p>
<p>_</p>
<p>Meu <em>dia dos namorados</em> foi adiadamente (adoro inventar) planejado para o fim de semana que vem. Mas, inevitavelmente, a gente acaba entrando no clima do dia doze, que foi muito querido. No fim, vou ter uns três<em> dia dos namorados</em>, coisa ruim que eu <em>voticontá</em>.</p>
<p>E por falar na criatura, a revista <a href="http://www.capricho.com.br" target="_blank">Capricho</a> com os dois colírios (ui!) que o <a href="http://www.franklinsilveira.com.br" target="_blank">Frank</a> fotografou, está nas bancas. <a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/colirios/federico-devito/" target="_blank">Um deles</a> eu conheci no dia das fotos, onde fui a mulher rebatedor, o <a href="http://capricho.abril.com.br/blogs/colirios/gustavo-muller/" target="_blank">outro</a> eu descobri que era ninguém mais, ninguém menos, que meu vizinho aqui do prédio. Morar em cidade grande dá nisso. E definitivamente, pra ler Capricho, só voltando aos 11 anos. Recitei inúmeros trechos hilários.</p>
]]></content:encoded>
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