25.08random do futuro
Acho (acho não, tenho certeza) que serei daquele tipo terrível de mãe, o faça o que eu digo, não faça o que eu faço.
Vim agora do império trashfoodiano McDonalds, em mais um dos meus encontros quase que semanais com Ronald e enquanto eu comia minhas deliciosas gorduras, ao meu lado tinha uma criança comendo a mesma coisa. Ele era lindo, branquinho, e pacientemente lambuzava aquela batata gordurosa nojenta maior que a mão dele, num poço de ketchup que ele fez no guardanapo.
Olha, eu não posso deixar um filho meu, naquela idade, comer aquilo.
Meu filho vai comer tudo que eu não como, tudo que é verde, tudo que é estranho, vai almoçar beringela recheada com quinoa, linhaça e bardana, ao molho de umeboshi com broto de bambu, acompanhada com feijão verde e acelga, e vai jantar sopa de salsão com tofu.
Minhas batatas fritas farei escondida. No máximo, dividiremos (parcial e proporcionalmente) os montes de açúcar, vulgo minhocas ardidas.
E tenho dito.
Este post teve contribuição especial de Talita, a vegetariana que come peixe, filha de macrobióticos. Ela acabou de me dizer que cresceu comendo bardana. Disse que tem gosto de terra, mas que com o tempo tu aprende a gostar.
Aham.










15 Comentários Comentar
fernando
25 de agosto de 2009
sério que se come bardana? me perdi no nome de metade das comidas que tu escreveu e ÉÉÉ MALUCO O BICHO VAI PEGÁ quando tu quiser que os teus sejam mini-manés saudáveis, heheeheh.
katy
25 de agosto de 2009
aaaaaaaaaaaaahahahaha duvido tu resistir ao olhar de uma criança, teu filho então?
es-que-ce
hahahah
katy
25 de agosto de 2009
ah, e du-vi-do
Stella
25 de agosto de 2009
Eu penso A MESMÍSSIMA coisa. Até porque o meu primeiro contato com trashfood foi lá pros 12 anos. Antes disso até chiclete era regulado, haha. Hoje eu até como no Mc Donald’s, mas minha infância foi salva do colesterol alto e afins. \o/
:*
Tod
25 de agosto de 2009
ai que judiação D= dar essas coisas pras crianças. desde pequena comia no mc, u.u tortinhas de maça eram as favoritas da minha infância.
Mariane Moro
25 de agosto de 2009
Lya, só vc mesmo pra me fazer rir depois de um dia tão difícil… mas a Tatá tem razão, essas coisas com gostos esquisitos a gente acostuma ao ponto de um dia passar a gostar :P
Sim, em algum lugar distante no passado eu tomava café adoçado e refrigerante.
raquel
25 de agosto de 2009
eu posso dar rt nesse post? UAHUAHAUHA
coisa tosca… “rt”!
Cecília
26 de agosto de 2009
Vai nessa que com o tempo aprende a gostar. Sei.
(Ainda estou rindo de “Grandes coisa que tu toma cerveja. Eu tomo Bário”. Desculpa, o bário não deve ter sido uma coisa nada legal pra eu ficar rindo…)
:P
Dani Danczuk
26 de agosto de 2009
Faz igual minha cunhada, começa desde cedo xD ela pega essas coisas verdes e transforma em papinha pro piá xD e ele come tudo… hahaha
Juli
26 de agosto de 2009
Não se preocupa Lya, sempre tem um tio, avós, padrinhos pra estragar a criança, hahaha.
fernando
26 de agosto de 2009
sacanagem, heim? pensei que era post novo, nesse eu já comentei, heueeheuh.
rafael bessa
26 de agosto de 2009
HAHAHA nossa, ri muito com as refeições naturebas. muito bom o post e o dilema.
mas como alguém tem que ser chato, faço aqui o trabalho sujo: vegetariano que come peixe NÃO É vegetariano. desculpa!
Ju Mary
26 de agosto de 2009
nem sei o que é bardana! mas minha mãe jura que quando eu era criança eu adorava jiló. vai saber… rs
Angel
26 de agosto de 2009
huahauhauahuauauahau
Te asseguro: o “faça o que eu digo/não faça o que faço” funciona. Criei dois assim. kkk
marcela
29 de agosto de 2009
bardana? umeboshi? broto de bambu? céus! fico com as batatas do mc por enquanto mesmo… :S